Familia Garrau Natal em Braga 1947

Familia Garrau Natal em Braga 1947

Entre a 1ª fotografia do clã reunido
em Braga e a 2ª fotografia do 1º Almoço Convívio da Família, passaram 60 anos
A primeira foi tirada em Braga, mais exactamente na Serra do Gerês,no dia de
Natal de 1947,durante o passeio após o Almoço de Natal.
A segunda foi tirada nos jardins de Montes Claros,Lisboa, em Outubro de 2007,no
Almoço Convívio que reuniu grande parte da família


Familia Garrau 2007

Familia Garrau 2007

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A FAMÍLIA

Tendo andado às voltas com os retratos da família e observando todos aqueles rostos que significam ou significaram, criaturas com os mesmos desejos as mesmas aspirações, os mesmos medos que eu sinto e dos quais vem muito do que eu sou, fiz uma pergunta a mim própria: a família é importante, ou melhor, pertencer a uma família é importante?
Significa realmente alguma coisa? Seriamos nós os mesmos se, materialmente independentes e pouco dados a efusões e eventos familiares, fizéssemos de conta que a família não existia e vivêssemos ao nosso gosto, pensando  ter nascido dum ovo solitário que nem teve galinha para ao pôr? Viver como desejamos, fechados em nós próprios, no pequeno círculo de marido, mulher, filhos, ou mesmo sozinhos, Seria suficiente para nós, os amigos,os  companheiros de trabalho, os  conhecimentos  de ocasião, ninguém que exigisse muito de nós?
Por mim, gosto de pertencer a esta Família Garrau que, se não anda de casa em casa frequentemente, anda de email em email quase todos os dias, pelo menos aqueles “ a quem a lei da reforma deixa tempo”.E muitos há, que mesmo trabalhando, dão à família o seu tempo, a sua amizade, o seu interesse.
Mas se temos uma família, não devemos tentar conhecê-la? Não só àqueles que vivem junto de nós, mas aos outros  aos que partiram há muitos, muitos anos? Que viveram o seu dia-a-dia como nós vivemos o nosso? Que tiveram desgostos, alegrias, dramas, momentos felizes. 
Ao falar-me da Família, a avó Maria criou em mim o gosto pelos passado e a curiosidade de conhecer essas pessoas  que tinham vivido duma forma diferente da minha.
È certo que já temos falado deles na Gazeta e aqui no Blogue,   mas é sempre um pouco por acaso, quando recordamos actos dos quais foram protagonistas
 Principalmente para os jovens Garraus, que daqui a alguns anos, talvez menos atarefados com os seus compromissos sociais, acabem por ler esta história, ( espero que o Blogue sobreviva até essa altura;mas para os meus netos ele está todo passado para DVD) vou tentar  recordar um por um, os filhos do nosso  Avô, contando com a memória das minhas primas para me auxiliarem no que diga respeito aos respectivos pais. 
No” Próximo Episódio”, falarei sobre o tio António, o filho mais velho do Avô Ferreira, do seu primeiro casamento,porque sobre ele tive duas versões muito completas: a da Avó Maria,sua madrasta, mas que tinha por ele uma admiração e um afecto profundo e a da irmã,a tia Gracinda, que o recordava como irmão  e amigo muito querido.

2 comentários:

  1. Aguardamos ansiosamente a continuação - Próximo Episódio! Ter uma familia alargada é muito reconfortante, principalmente, quando nos vamos conhecendo e encontrando, como é o caso da Familia Garrau. Porque de uma maneira geral todos temos uma familia, mais ou menos alargada, mas vamos tendo! Agora um grupo tão grande conhecer-se e encontrar-se pessoalmente, nem que seja uma vez por ano, "encontrar-se" através das novas tecnologias (também é uma forma de "encontro") é muito bom

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  2. Depois do que a Mimi escreveu,e a Lidia comentou julgo, que não haverá muito mais a dizer.Estamos perfeitamente de acordo com tudo, embora nas conversas que temos nos almoços, nos mails que trocamos ou num simples telefonema, haja sempre um episódio que vem à lembrança que vem enriquecer a história da família. Pela parte dos Garraus Ribatejanos Seniores, cá estaremos sempre prontos a ajudar naquilo que soubermos.

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