Familia Garrau Natal em Braga 1947

Familia Garrau Natal em Braga 1947

Entre a 1ª fotografia do clã reunido
em Braga e a 2ª fotografia do 1º Almoço Convívio da Família, passaram 60 anos
A primeira foi tirada em Braga, mais exactamente na Serra do Gerês,no dia de
Natal de 1947,durante o passeio após o Almoço de Natal.
A segunda foi tirada nos jardins de Montes Claros,Lisboa, em Outubro de 2007,no
Almoço Convívio que reuniu grande parte da família


Familia Garrau 2007

Familia Garrau 2007
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terça-feira, 23 de outubro de 2012

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

OS EMAILS DOS GARRAUS

Confesso que fiquei admirada e depois deslumbrada com os e-mails recebidos  aprovando as sugestões propostas pelos habituais e eternos promotores dos Almoços Convívio e de outras actividades, respeitantes à Família Garrau.
Nunca, logo a seguir a uma alusão a qualquer evento a efectuar, os ditos email tinham sido tão entusiásticos e tão prestos! E eu a pensar que a maior parte da Garrauzada não lia os parabéns enviados a todos (e com muito gosto) a Gazeta dos Garraus e outros mails que enviamos pedindo respostas a apreciações que propomos! Afinal são atentamente lidos.
Quanto ao próximo Almoço-Convívio da Primavera como sou democrata votarei com a maioria (  embora preferisse leitão. Sobre o  dinheiro da Burra estou 100% de acordo com a Lídia. Um passeio agradável, onde todos possamos estar reunidos sem o pensamento de e quando se come. E sem nos apressarmos a partir para outros destinos.
Mas prendi qualquer coisa. Já sei como fazer quando precisar duma fotografia, saber se receberam os parabéns. enviados a todos ou que respondam a qualquer assunto referente aos Garraus . No Assunto, coloco a palavra Cozido e obterei resposta imediata. Pelo menos da primeira vez; depois terei que inventar Lagosta suada,Tornedós à ingleza ou Capão au vin rouge

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

AS TOUPEIRAS DE MAXIMINOS

Enquanto vivi na Quinta de Maximinos, em Braga, ocupava os meus ócios passeando entre as Laranjeiras e lendo Cesário Verde à sombra duma macieira. Sentia-me uma das heroínas de Júlio Dinis e até a casa parecia-me igual às casas onde habitavam essas personagens.
Mas a quinta não tinha só o ar campestre que me deleitava, mas também tinha toupeiras, que desesperavam o caseiro pois não havia campo de milho cujas raízes escapassem à sua voracidade Na verdade, eram tantas que caíam nas armadilhas, e chegaram para dois casacos de peles que a Manela e a Malena usavam com muito orgulho.Eram lindos, dum cinzento azulado e brilhante e o especialista que tratava das peles deixava-as impecáveis. A seguir o Mestre Peleiro cosia-as tão habilmente que mais parecia uma só pele com desenhos naturais.
Mas de facto as toupeiras eram demais e tão descaradas que faziam enormes buracos no terreno, que vistos das janelas, parecia povoado de montinhos de terra e por baixo dele os buracos cresciam cada vez mais.
Pensando nas toupeiras, ocorreu-me que o meu País, está a perecer-se muito com o terreno de Maximinos. A grande diferença é que em Maximinos os caseiros apanhavam-nas facilmente, enquanto em Portugal, embora todos saibamos quem são e onde vivem esses animaizinhos de enormes e afiadas garras, continuamos a deixá-los viver troçando de quem paga para que os buracos sejam fechados, rindo-se descaradamente  de nós os tapadores de covas, algumas tão grandes que mais parecem a cratera do Arizona.
As toupeiras de Maximinos faziam algum mal, mas forneciam-nos lindas peles e eram a grande aventura dos filhos dos caseiros que as caçavam com grande perícia. Às toupeiras de Portugal, não só pagamos os estragos que fazem, como percorrendo os seus túneis mais ao menos disfarçados  riem-se de nós, do Estado, das Leis, da Justiça.
Mas são toupeiras portuguesas e todos sabemos como os portugueses têm jeito para o desenrascanço