Familia Garrau Natal em Braga 1947

Familia Garrau Natal em Braga 1947

Entre a 1ª fotografia do clã reunido
em Braga e a 2ª fotografia do 1º Almoço Convívio da Família, passaram 60 anos
A primeira foi tirada em Braga, mais exactamente na Serra do Gerês,no dia de
Natal de 1947,durante o passeio após o Almoço de Natal.
A segunda foi tirada nos jardins de Montes Claros,Lisboa, em Outubro de 2007,no
Almoço Convívio que reuniu grande parte da família


Familia Garrau 2007

Familia Garrau 2007

sábado, 18 de fevereiro de 2012

QUANTOS SOMOS? oNDE VIVEMOS?

 Andamos outra vez, o meu Assesor para a Genealogia (Arlindo Bernardo) a contas com a Família Garrau.
Ao principiar este ano de 2012,pensei ser curioso verificar de novo o censo dos Garraus e saber onde se encontram neste momento. 
Falar, contar, mencionar factos sobre a Família é sem duvida um gosto pessoal que cultivo. Mas não só.
  Neste momento os nossos jovens e os nossos meio jovens a caminharem para os sessenta, têm muita coisa e mais séria em que pensar n.Mas se estivéssemos no tempo das Vacas Gordas, seria a mesma coisa, porque entre os quinze e os sessenta anos vive-se, mal ou bem,intensamente.Os jovens casais tentam formar a sua vida, os pais têm enormes preocupações com os filhos, os filhos querem abrir as asas mas não têm muito espaço para voar. Portanto não há tempo para querer saber quem foram, como viviam, em que contribuíram para a nossa formação. Basta nem sabermos muito bem para onde vamos, coisa que não acontecia com os nossos avós.

 A vida era toda muito certinha, homens e mulheres eram educados para constituir família, mantê-la, educa-la, assistirem ao casamento dos filhos, ao nascer dos netos. Mas seria mesmo assim? O que se passava nesses lares formais? Não haveria disputas, choques, profundas desilusões? É claro que sempre houve “Almas Mal Paradas”, ladrões, assassinos, tristezas, abastança para uns, pobreza para outros.Mas como seria agradável ter narrações escritas pela avó Maria sobre os muitos assuntos correntes que ela sabia descrever tão bem: as idas para a Nazaré com os tarecos às costas, a chegada dos Ratinhos (grupos de alentejanos que eram contratados para as fainas dos campos durante certa altura do ano. Do cesteiro, que vinha fazer os cestos da vindima e outros objetos da casa usando os vimes que cresciam junto do poço, do carpinteiro que vinha uma vez por ano arranhar e fazer de novo o que era preciso, do correeiro, que vinha reparar as rédeas do cavalo e das mulas,as correias do trem. E toda esta gente. conforme as épocas, alojava-se no Casal às vezes por mais dum mês
.
Não desejo penetrar nas vidas de cada clã. Mas onde vivem neste momento? Quantos somos? Dar a saber que nasceram Garrauzinhos,que outroa casaram, que alguns de nós completaram 30,50,60 anos de casados
Mais duas ou três décadas e muitos dos nossos filhos e netos terão interesse em saber qualquer coisa dos Antigos. Será o nosso legado para eles, que infelizmente não irá em baús de dobrões de ouro.


1 comentário:

  1. Segundo consta já somos bastantes e continuam a nascer! E os "penetras" como são "gente" simpática, vão ajudando a compor o ramalhete! Eh!eh!eh! Bom o é efectivamente importante é o legado de informação que se pode deixar às gerações mais jovens! Pena tenho que na minha familia não tenha acontecido o mesmo, apesar de eu saber muita coisa dos "antigos" e tambem através de algo que pode parecer mórbido mas para mim é perfeitamente natural - o cemitério! Tem familia toda do lado da minha avó materna desde o ano 1700 e tal e estão juntos. Não levem a mal mas quando lá vou com o Pedro fazemos ali num instante uma árvore geneológica dos Pidwell!!

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