Os “Cinco” no Algarve
Pois é, se pensavam que as aventuras dos “Cinco” já tinham acabado, desenganem-se. Esta nova saga não é escrita pela Enid Blyton, mas vou tentar ficar à altura!
Os “Novos Cinco” partiram para o Algarve no dia 22 de Agosto! Foi uma partida um tanto atribulada pois foi tudo um pouco “em cima da hora”, mas nada que atrapalhe os Cinco. Ah é verdade antes de continuar, tenho que fazer a apresentação destes “novos aventureiros”. Então é assim: a mais velha e como tal a mais ajuizada, que só se mete nas aventuras “arrastada” pelos outros 4 é a Malena! Segue-se o “aventureiro” Arlindo! Depois vem aquela que mais ou menos está sempre pronta para tudo, mas não gosta muito de tirar os pés da terra, a Lídia! A seguir vem o “aventureiro-mor” o Pedro e por fim como é evidente tem que haver um cão! Pois estes “Novos Cinco” ficam completos com o Wolf, pastor alemão que tem que nos “aturar” a todos!!!
Assim lá fomos todos a caminho do Algarve com armas e bagagens! Mais bagagem do que armas, pois os 2 carros iam cheios e estava a ver que o Wolf não tinha lugar no seu carro habitual.
Sobre a estadia no Algarve vou deixar para um dos cinco falar. No entanto no mesmo dia houve duas “aventuras” fortes que tenho de referir aqui. Fomos a Benagil à quinta do primo Francisco Freire, onde também se encontrava o João Pedro e a sua cadelinha Chica! Como é evidente os Cinco nunca se separam e o Wolf também foi, mais o seu dono Pedro, no seu belo carrito, desta vez com mais espaço! Quando chegamos à quinta, grande festa, beijinhos para cá, beijinhos para lá e festinhas ao Wolf, mas……. O Wolf tem que ficar preso ou dentro da carrinha. Opção feita, preso com uma corda de 10 metros, água e sombra, sem chegar à Chica! Tudo nos “conformes” apesar de ele não estar muito satisfeito! Mas mesmo assim os 4 lá foram comemorar a reunião com um belo champanhe e umas belas entradas, ouvindo sempre o ladrar do Wolf. A certa altura a Lídia olhou para o local e não só não viu o Wolf como se apercebeu que ele já não estava ladrando. Levantou-se de mansinho e foi tentar perceber o que tinha acontecido. A meio caminho do local ficou como se costuma dizer sem pinta de sangue! A corda amarrada à árvore pendia e desaparecia num “precipício” de 3 metros de altura…….com a voz a fraquejar chama pelo Pedro e continua a andar até ao “precipício” sem saber o que vai encontrar…………vêm todos a correr e um pouco assustados e receosos….a Lídia é a primeira a ver……………….o Wolf……em pé, nas suas 4 patas olhando cá para cima com um ar de quem diz assim: - não sei como vim aqui parar mas ainda sei menos como daqui sair, por isso venham-me buscar! Nessa altura já lá estava o Pedro e todos respiramos de alívio. Resultado, passou o resto do dia ao pé de nós preso só pela trela! Posso vos dizer que foi uma forte emoção, mas não ficamos por aqui!
Foi sem dúvida um grande “Susto”, mas acabou tudo em bem
ResponderEliminarAliás as aventuras dos 5 acabam sempre bem.
Preparem-se para as novas “Aventuras dos 5”
Nem imaginam as "aventuras" destes "cinco"!! Vou ver se as começo a anotar, mas acho melhor usar gravador porque uma parte delas tem a ver com os 4 a falar com o Wolf......
ResponderEliminarEstá tudo dito sobre a aventura com o Wolf e como a Lídia diz que não ficamos por aqui vamos ver o que vem a seguir. Que todos apanhámos um grande susto não restam dúvidas, mas como tudo acabou em bem ......
ResponderEliminarO susto não foi só com o Wolf, não nos podemos esquecer da queda do Pai.
ResponderEliminarMas que ideia foi essa de evitarem um Flirt "colorido" entre a Chica e o Wolf? Ela,como cadela moderna deve usar a pílula,mas se não usasse,podia sempre tomar a do dia seguinte.Além disso com os "ajustamentos" que teriam que haver, talvez nem fosse possível actos consumados.E sempre teriam o prazer de se cheirarem. Deve pesar- vos bem na consciência tal desumanidade .Quanto ao querido Wolf é demais: já contar como experiência dois buracos, um seco outro molhado,deve ter já acompanhamento psicológico.
ResponderEliminarMimi, se o wolf precisa de acompanhamento psicológico, não te admires se um destes dias os donos e os avós forem internados no manicómio, o único que ainda se aproveita é o Zé Carioca.
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