Só lamento que as "máscaras não sejam mais actuais. Mas concordo que os tempos não são os mesmos, que as dificuldades são muito maiores do que as que tiveram os nossos pais, mas continuo a ter pena, pois nestas alturas recordo sempre os carnavais da minha juventude em Braga.
Que saudades dos "assaltos" que se faziam, com os "assaltados" mais ao menos avisados e os assaltantes equipados com "comes e bebes", com as armas para a guerra, saquinhos feitos em casa e cheios de serradura para não magoarem, Com máscaras feitas pelos próprios e por vezes obrigadas a mote: um casamento, onde a noiva era o mais façanhudo homem do grupo. O mais divertido que me lembro foi "uma partida para férias na praia",onde nem faltava os galegos transportando um baú ( e andaram com ele desde Maximinos,no extremo da cidade, até à casa a ser assaltada, bem no centro ),dos meninos da família, elas representadas por rapagões de bibe e chapéu de palha, eles pelas raparigas ;o papá e a mamã, os avós, as criadas, a ama dos meninos, num enorme grupo de 20 ou mais pessoas, onde alguns dos pais também alinhavam.
Era saudável(longe da poluição das discotecas) era barato,era divirtido.
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