
Neste mês de Junho,mês em que a Gazeta dos Garraus vai entrar no seu 4º ano,não cesso de admirar-me como GRANDES COISAS podem surgir de pequenos acasos.
Aconteceu assim, com o nosso Jornalzinho para a Família.Não propriamente pelo jornal em si,mas pelo significado que teve para maior parte dos descendentes do nosso avô Francisco
O meu filho adolescente,ia com a Fernanda e com o António para Sines. Em Sines convivíamos todos durante um mês, sendo a Fernanda Maria apreciadora do estranho peixe agulha,o que tornava muito feliz o meu marido que raramente via alguém apreciar os seus pescados.O Pedro Bernardo foi connosco para o Gerês,onde passamos um tempo inesquecível.Então os filhos cresceram,as famílias afastaram-se,por vários motivos,sem motivo,alguns foram viver para mais longe,o que é certo é que durante muitos anos só nos encontrávamos mos enterros.
Num dia de Junho,quando a Ana e eu,então já atacadas pelo vírus"CI=D"(computador-informática= distracção)farejavamos as novidades do nosso 2000,surgiu uma coisa chamada newsletter,ou seja uma espécie de jornalzinho familiar.Achamos graça,brincámos o o resto já sabem.
Mas o que de certa maneira me emociona é dever-se ao facto tão simples quanto ocasional,, de duas primas terem encontrado um "boletim informativo"e terem-no usado, a nossa Família está agora mais unida, a amizade reflorir, obtendo com esse facto um tal prazer que por vezes parecemos crianças a brincar, quando as crianças brincavam com inocência e sem sofisticações
O que seria de nós se um dia não tivesse existido a inesquecivel Gazeta? Não sabemos! Agora o que sabemos é que temos uma familia cada vez "maior" e unida. Conheci primos, reencontrei membros da familia que não via há anos, ou seja, enriqueci! De nada serve lamentar o passado mas sim viver o presente na companhia de toda a familia. Tudo isto não teria sido possível se às primas não tivesse dado a virose CI=D! Para a Tia Mimi e Anami o meu muito obrigado!
ResponderEliminar