Familia Garrau Natal em Braga 1947

Familia Garrau Natal em Braga 1947

Entre a 1ª fotografia do clã reunido
em Braga e a 2ª fotografia do 1º Almoço Convívio da Família, passaram 60 anos
A primeira foi tirada em Braga, mais exactamente na Serra do Gerês,no dia de
Natal de 1947,durante o passeio após o Almoço de Natal.
A segunda foi tirada nos jardins de Montes Claros,Lisboa, em Outubro de 2007,no
Almoço Convívio que reuniu grande parte da família


Familia Garrau 2007

Familia Garrau 2007

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010



Além das “Histórias dos Avós”, cada clan tem a sua própria. Os casamentos trouxeram novas
personagens, novos hábitos, o próprio tempo vai alterando as relações entre o passado e o presente. (Espero que a nossa Decana conte no blogue, como era o ritual da apresentação pela manhã, ao avô Ferreira, quando ela e a Manela estavam de visita aos avós no Casal da Cerca.)

Mas voltando às Historias da Família, o que a maior parte dos Garraus mais novos ignora é que, se estão neste “mundo cão”, mas muito gostoso, devem-no, não apenas ao pai e à mãe, mas a uma família muito especial: Os Eichmann Valente.
Sem eles, as moléculas de 30 membros da Família Campos Ferreira teriam estacionado em outras paragens.

Mas o que terá em comum, a Família Eichmann Valente, da Barquinha, Torres Novas, com a Família Campos Ferreira, habitando o Casal da Cerca, Carreiras Torres Vedras? O AMOR!

Do Entroncamento, onde trabalhava nos Caminhos de Ferro, o senhor Valente, acompanhado da Mulher, D.Eucária, das filhas, as meninas Alice, Emília e Hermínia, do filho Armando, da criada Clementina, veio instalar-se em Lisboa, na Rª do Mirante e passou a trabalhar na nova Estação de Stª Apolónia.

Quando o tio Henrique, que trabalhava e vivia em Lisboa sozinho depois dos pais irem viver para o Casal da Cerca, viu a Tia Alice pela primeira vez, foi decerto um amor à primeira vista, porque logo se dispôs a enfrentar o senhor Valente, obtendo dele permissão para o namoro .Primeiro à janela, depois em casa dos futuros sogros, onde ele ia acompanhando pelo mano Fernando, que estava a estudar em Lisboa e ao seu cuidado. E nesta altura...um pouco de "suspense" !

Porque entretanto tinham-se dado grandes acontecimentos na Familia Valente

A criadita Clementina, que crescera lá em casa, sendo até afilhada do casal Valente, acabara por namorar e casar com um maquinista da C.P, Henrique Timóteo, que por motivos profissionais ( tratava directamente com o sr Valente,assuntos ligados à CP ) visitava a casa com muita frequência, ficando o casal a viver em casa dos Valentes, assim como os dois pimpolhos que nasceram depois :um rapaz e uma menina que quase todos vocês conheceram muito bem: A Tia Lisette, minha mãe.

Mas não ficamos por aqui
Amiga da casa, modista da família existia a Palmira, que vivia com os pais e irmãos, algumas casas mais abaixo dos Eichmann e visitava frequentemente a família Valente.
Por causa dos casamentos dos 2 irmãos Ferreira, o tio Humberto que até chegou a viver em casa da avó Eucária agora viúva, acabou por casar com a tia Palmira e desse casamento nasceu a Ana Maria.

Foi assim que os Eichmann Valente, proporcionaram o aparecimento de 4O Garraus....e espero que as minhas contas estejam certas.

Não estão,porque o Tio Luis casou com uma menina das Carreiras,que nada tem a ver com os Eichmann.Serão pois 39 Garraus que de certa maneira estão cá,porque existiu aquela familia

2 comentários:

  1. Este ramo é mesmo "importante" pois é neste momento mais de metade da familia! Aliás a "importancia" aqui tem a ver com a responsabilidade, ou seja, manter vivas e activas a memória da Familia

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  2. Afinal são mesmo 40 porque a "Malena" tem 6 netos.

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